Muito além da arte, um lar de oportunidades! De aluna a arte-educadora, Deize Oliveira relata como a CAO salvou gerações e continua pulsando com cursos gratuitos e acolhimento para todas as idades!
Reportagem - Deize Oliveira
Fazendo parte da vida dos baianos!
No coração das Sete Portas, na Rua Fortunato Benjamin Saback, existe um lugar onde o som do tambor não é apenas música, é batimento cardíaco. Há mais de 20 anos, a Instituição Casa Augusto Omolu (CAO) fincou raízes para provar que a arte é a ferramenta mais poderosa de transformação social que a Bahia possui.
Hoje, a CAO não é apenas um prédio; é um símbolo de pertencimento para crianças, jovens, adultos e idosos que encontraram no projeto a chance de escrever uma nova história.
De Aluna a Mestre: Uma História de Gratidão
A trajetória de Deize Oliveira é o exemplo vivo do impacto da instituição. Foi lá que ela teve seus primeiros contatos com o universo da percussão, dança, teatro e capoeira. Mas o que a arte realmente lhe deu foi uma família.
"A arte atravessou minha vida através de pessoas que acreditaram em mim", revela Deize, emocionada.
Sua caminhada é marcada por figuras que são verdadeiros pilares da cultura baiana:
• Luciano Xavier: Seu primeiro professor de percussão, a quem ela chama carinhosamente de mestre e "pai".
• Jaciara Purificação: A diretora que abriu portas e ofereceu o acolhimento necessário nos momentos decisivos.
• Jorge Pintto e Alessandro Florêncio (Kiko): Parceiros de trabalho e aprendizado no período pós-pandemia, quando Deize retornou à casa, desta vez como Arte-Educadora.
O Time que Faz a Engrenagem Girar
A CAO resiste e brilha graças a nomes que dedicam a vida ao próximo. Entre os mestres que deixaram marcas profundas, Deize destaca: Bira (atual coordenador e seu ex-professor de capoeira), Dudé Cláudio, André Purificação, Dandara e o eterno Augusto Omolu (idealizador).
Presente e Futuro: Cursos Gratuitos e Terceira Idade
Se você pensa que a CAO vive apenas de passado, está muito enganado. A instituição está mais moderna e ativa do que nunca, oferecendo ferramentas para o mercado de trabalho atual de forma totalmente gratuita:
• Profissionalização: Cursos de conserto de celular e informática.
• Inclusão: Aulas de Libras (Língua Brasileira de Sinais).
• Cultura Viva: Continuidade nas aulas de dança e percussão.
• Melhor Idade: O projeto dedica as manhãs de terça e quinta à Dança Funcional para idosos, garantindo saúde e alegria para quem já fez muito pela nossa Salvador.
📍 Venha Conhecer!
O convite está feito. A Casa Augusto Omolu é um território sagrado de resistência cultural e amor ao próximo. Se você busca inspiração ou quer apoiar um projeto que realmente muda vidas, as Sete Portas te esperam.
O Enxame Baiano parabeniza a CAO por esses 20 anos de luz!
E você, já teve sua vida transformada pela arte? Conhece o trabalho da Casa Augusto Omolu? Deixe seu comentário e espalhe essa corrente de gratidão!





